O iPaaS que roda dentro da sua rede e não cobra por execução.

Você desenha os fluxos num editor visual, versiona, aprova e acompanha tudo por um painel. Quem executa é o Worker: um contêiner que vive na sua infraestrutura. Queries, arquivos e payloads nunca saem da sua rede, e o volume de execução não entra na fatura.

ERP / Faturamento diário worker-prod-01
  1. Start · 0 */2 * * * Início
  2. Oracle Busca pedidos
  3. JavaScript Normaliza itens
  4. HTTP · POST /orders Envia ao marketplace
Execução ao vivo · na infraestrutura do cliente
  1. worker-prod-01 · gatilho agendado disparou
  2. Oracle · SELECT em PEDIDOS_INT — 1.284 linhas
  3. JavaScript · 1.284 itens normalizados (2,4 MB → 1,1 MB)
  4. HTTP · POST /v2/orders — 1.284 aceitos (201)
  5. Execução #48.213 concluída — 4 nós, 0 erros

Seu volume cresce.
Sua fatura não.

Num iPaaS em nuvem cada operação atravessa o servidor do fornecedor — é por isso que cada operação tem preço. Aqui quem processa é o Worker instalado na sua infraestrutura. Nós não vemos o seu payload e não cobramos pelo tráfego das suas integrações.

  • Uma execução por mês ou mil por minuto custam a mesma plataforma.
  • A capacidade é decisão sua: você dimensiona CPU e memória do Worker no seu hardware.
  • Fechamento de mês, Black Friday, carga histórica — nenhum pico vira cobrança extra.
  • Precisa de mais vazão? Sobe outro Worker. Não é upgrade de plano.
Custo da plataforma em função do volume de execuções Num iPaaS cobrado por operação, o custo mensal sobe conforme o volume de execuções aumenta. No InstivoBUS, o custo da plataforma permanece constante em qualquer volume, porque a execução acontece no Worker instalado na infraestrutura do cliente.
iPaaS cobrado por operação InstivoBUS

O processamento é seu

O Worker é um contêiner Docker no seu servidor. A CPU que roda a query, monta o CSV e abre a conexão TLS é a sua.

O dado não passa por nós

Nenhum payload de negócio atravessa o SaaS. Não temos cópia do seu arquivo nem do resultado da sua consulta.

O canal carrega comando, não carga

Pelo WebSocket entre o painel e o Worker viajam ordens e metadados de execução: id, status, duração, log.

Dois ambientes. Só um deles vê os seus dados.

O InstivoBUS separa desenhar de executar. O desenho, a governança e o monitoramento moram no SaaS — é o que você abre no navegador. A execução mora num contêiner dentro da sua rede, com acesso direto aos seus sistemas. Entre os dois existe um único canal WebSocket, e ele carrega instrução, não conteúdo.

Ambiente de controle

SaaS InstivoBUS

cliente.instivobus.com.br
  • Editor visual de fluxos SPA React + ReactFlow
  • API + WebSocket Fastify · multi-tenant
  • Aprovações, versões e auditoria governança
  • Dashboards, execuções e alertas observabilidade
  • Banco de dados dedicado por cliente isolamento no SGBD

publicar fluxo · testar nó · cancelar execução

WebSocket · TLS

Comandos e metadados de execução. Linhas de banco, arquivos e payloads não sobem por aqui.

status · duração · log

Ambiente de dados

A sua infraestrutura

on-premise, seu cloud ou seu datacenter
  • Worker contêiner Docker · executa cada nó
  • Guardian reinicia e atualiza o contêiner
  • Base local SQLite fluxos, conexões e execuções
  • Endpoints HTTP locais atende webhook sem sair da rede

Conexão direta, dentro da rede

  • Oracle
  • SAP HANA
  • SQL Server
  • PostgreSQL
  • MongoDB
  • Active Directory
  • SFTP
  • APIs internas

Consequência prática: se a sua internet cair, o Worker continua executando os fluxos agendados a partir da base local e sincroniza quando voltar. E se um auditor perguntar por onde passa o dado do cliente final, a resposta cabe numa frase — ele nunca saiu do seu datacenter.

Quatro formas de um fluxo entrar em execução.

Todas rodam no mesmo lugar — o Worker — e produzem o mesmo registro de execução. Trocar de gatilho não muda o desenho do fluxo nem o que você vê no log.

Agendado

O Worker mantém o próprio cron. Toda integração publicada com agendamento vira um job local que dispara na hora certa — inclusive quando o SaaS está fora do ar.

0 */2 * * *

Endpoint HTTP

Cada fluxo publicado pode expor uma rota. O servidor HTTP do próprio Worker atende a chamada, executa o fluxo e devolve a resposta na mesma requisição.

POST /api/public/nfe

Sob demanda

Rodar agora, pelo painel, com resultado ao vivo nó a nó. É o mesmo caminho de execução da produção — não é um simulador com dado de mentira.

▶ Executar fluxo

Sub-fluxo

Um fluxo chama outro, com espera ou disparando e seguindo em frente. Rotinas viram peças reaproveitáveis em vez de desenho copiado.

RunService → NF-e

Um endpoint, duas visibilidades.

Ao publicar um fluxo com rota, você escolhe de onde ela pode ser chamada. É a mesma integração, o mesmo Worker e o mesmo log — muda só quem alcança a porta.

Privada A rota existe só dentro da sua rede.

http://192.168.10.24:8080/api/private/nfe

  • Quem responde é o próprio Worker, na porta dele — a requisição não sai do perímetro.
  • Feita para ERP, RPA, jobs internos e sistemas que já moram no mesmo datacenter.
  • Nada a expor no firewall: se o chamador não está na rede (ou na VPN), não existe rota.
Pública A rota atende parceiros e sistemas de fora.

https://seudominio.com.br/api/public/nfe

  • Publicada no seu domínio, para quem precisa integrar com você sem entrar na sua rede.
  • Allowlist de IP por endpoint (com CIDR) e autenticação por JWT antes de o fluxo rodar.
  • Cabeçalhos exigidos, cache opcional e teto de tempo configuráveis por rota.
ERP / Faturamento diário
  • Mábson
  • Renata
  • João
Saída · Busca pedidos 1.284 itens · 412 ms

Integração é trabalho de equipe.
O editor foi feito assim.

Arraste componentes, ligue as saídas, teste. Enquanto você desenha, o analista ao lado está no mesmo canvas — você vê o cursor dele, e a publicação sabe quem chegou primeiro.

Colaboração em tempo real
Várias pessoas no mesmo fluxo, com presença e cursores compartilhados por WebSocket. Publicação usa a versão-base como trava: quem chegou depois vê o conflito em vez de sobrescrever.
Teste ao vivo, nó a nó
Rode o fluxo e acompanhe cada nó começar, terminar e devolver a saída. Deu erro no meio? Você vê em qual nó, com a mensagem e o payload que entrou nele.
Ligação de dados entre nós
A saída de um nó vira entrada do próximo com {{Nome do nó.campo}}. Renomeou o nó? A referência acompanha em vez de quebrar em silêncio.
JavaScript quando faltar componente
Editor de código embutido para os passos que nenhum conector resolve — transformar, validar, calcular. Sem sair do fluxo e sem virar um serviço à parte para manter.

Nada chega à produção sem passar por revisão.

Integração quebrada derruba faturamento, estoque e nota fiscal — merece o mesmo rigor de um deploy de código. Aqui todo fluxo tem estado, versão e autor, e o Worker só conhece um desses estados.

  1. DRAFT

    Rascunho

    Um rascunho vivo por integração. Editável, testável, invisível para o Worker.

  2. WAIT_APPROVAL

    Aguardando aprovação

    Sai do editor com mensagem de commit e autor. Quem aprova vê o que mudou.

  3. PUBLISHED

    Publicada

    É a única condição em que o Worker agenda, executa e sincroniza o fluxo.

  4. OBSOLETE

    Obsoleta

    A versão anterior não some: fica no histórico, e o rollback volta para ela.

Versões · Faturamento diário
  • v4.1 trata pedido sem CNPJ antes do MERGE Renata S. · há 12 min Rascunho
  • v4.0 envia NF-e para o S3 em paralelo Mábson V. · 7 set, 08:02 Publicada
  • v3.2 aumenta timeout do marketplace para 90 s João P. · 28 ago, 16:40 Obsoleta
Histórico que só cresce
Nenhuma versão publicada é reescrita. Cada publicação é uma linha nova, com mensagem, autor e data — e o rollback é escolher uma delas.
Conflito em vez de sobrescrita
Publicar declara em cima de qual versão você trabalhou. Se alguém publicou no meio do caminho, o sistema recusa e mostra a divergência.
Trilha de auditoria
Rotas sensíveis — usuários, permissões, workers, aprovações, configurações — gravam autor, IP, método e horário, consultáveis no painel.

32 componentes, e todos rodam no seu servidor.

Bancos legados, arquivos, diretório corporativo, APIs internas que nunca viram a internet — o Worker abre a conexão de dentro da rede, com as credenciais decifradas ali mesmo, em memória.

Bancos de dados

  • PostgreSQL
  • MySQL
  • Oracle
  • SQL Server
  • MongoDB
  • Redis
  • SAP HANA
  • Amazon Athena

Arquivos

  • Amazon S3
  • Azure Storage
  • FTP / SFTP
  • ZIP

Web

  • HTTP / REST
  • SOAP
  • Web Scraping

Notificações

  • E-mail (SMTP)
  • Discord
  • Telegram
  • Amazon SQS

Identidade

  • Active Directory
  • Samba4

Lógica e utilitários

  • Condicional
  • Switch
  • Loop
  • Splitting
  • Join
  • Filter
  • Delay
  • JavaScript
  • Converter
  • Exception
  • RunService

Falta o seu sistema na lista? Um conector novo é um componente em código dentro do Worker — não é uma licença de conector para comprar, nem um pedido de roadmap para esperar.

A chave que abre o seu banco vive no seu Worker.

Credenciais de conexão são cifradas em AES-256 com chave derivada por cliente. A API guarda e transporta apenas o texto cifrado; quem decifra é o Worker, dentro da sua rede, em memória, no momento de executar.

  1. 01 No painel

    ••••••••••••••

    você digita a senha do Oracle

  2. 02 Na API

    U2FsdGVkX1+9kQ…

    AES-256 com chave derivada por cliente

  3. 03 No banco e no canal

    U2FsdGVkX1+9kQ…

    armazenado e trafegado sempre cifrado

  4. 04 No Worker

    decifra em memória

    só no instante de abrir a conexão

Consequência: nem quem opera a plataforma consegue ler as suas credenciais no banco. Elas só existem em claro dentro do processo que vai usá-las.

Segurança e conformidade

Banco dedicado por cliente
Cada cliente recebe um PostgreSQL próprio, com usuário próprio e acesso público revogado. O isolamento é do SGBD — não é um WHERE tenant_id em tabela compartilhada.
2FA e RBAC granular
Segundo fator TOTP exigível por política, papéis e permissões por projeto (ler execuções, escrever integrações, publicar fluxos, aprovar).
Allowlist de IP
Faixas permitidas por cliente e por endpoint, com suporte a CIDR. Conexões podem ainda ser restritas a times e a workers específicos.
Retenção sob seu controle
Você define por quantos dias o log de execução fica guardado. Exclusões são lógicas, com a trilha de auditoria preservada.

Operação sem plantão

Worker primário e fallback
Health check periódico. Se o primário para de responder, as integrações migram sozinhas para o worker reserva e voltam quando ele se recupera.
Guardian no host
Um supervisor acompanha o contêiner do Worker pelo socket do Docker: reinicia quando cai e atualiza a imagem. Sem SSH, sem chamado.
Nada se perde em silêncio
Sincronização com retentativa e fila em disco para o que não subiu. Watchdog encerra execução presa em vez de deixá-la pendurada para sempre.
Histórico e alertas
Execuções filtráveis por integração, status, data e origem, com log por nó e download do log completo. Alertas por e-mail e Discord, segmentados por escopo.

A diferença não é a lista de recursos. É onde o código roda.

Plataformas de integração em nuvem resolvem muito bem quem pode mandar o dado para fora. A comparação abaixo é sobre quem não pode — ou não quer pagar por operação para isso.

Comparação entre o modelo do InstivoBUS e o de um iPaaS executado na nuvem do fornecedor
Critério InstivoBUS iPaaS executado em nuvem
Onde a execução roda No Worker, dentro da sua infraestrutura Na nuvem do fornecedor
Por onde passam os dados de negócio Permanecem na sua rede Atravessam a infraestrutura do fornecedor
Modelo de custo Desacoplado do volume de execução Por operação, execução ou task
Isolamento entre clientes Banco PostgreSQL dedicado por cliente Em geral compartilhado, com separação lógica
Credenciais de conexão Decifradas apenas no seu Worker Decifradas no servidor do fornecedor
Aprovação, versão e auditoria Embutidos no fluxo de publicação Varia; costuma ser recurso de plano superior
Se a plataforma ficar indisponível O Worker continua executando pela base local As integrações param junto
Operação do runtime Auto-restart, auto-update e failover pelo Guardian Do fornecedor — ou sua, na versão auto-hospedada

Traga a integração mais difícil que você tem.

Um Worker sobe no seu ambiente em minutos, com Docker. A conversa mais útil costuma ser olhar junto o fluxo que hoje roda em script, planilha ou madrugada.

  • Demonstração técnica com um engenheiro, não com um roteiro de vendas
  • Piloto no seu ambiente: um Worker no seu servidor e um fluxo real
  • Revisão de arquitetura da integração que mais te dá dor de cabeça hoje

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